“A classe artística e a cultura sergipana têm sido negligenciadas”, diz Rodrigo Valadares sobre live interrompida em Itabaiana 

No último domingo, 11, a Polícia Militar interrompeu a transmissão da live dos cantores Dedé Brasil e Antônio O Clone que estava sendo realizada em um restaurante no município de Itabaiana. Segundo a equipe policial, eles receberam a denúncia de que havia aglomeração no local, além do descumprimento da ordem governamental em que determina o funcionamento dos estabelecimentos aos finais de semana apenas por delivery.

Segundo Dedé Brasil, no espaço que comporta em torno de mil pessoas estavam apenas vinte, munidos de máscaras e respeitando o distanciamento, além disso, contou que a finalidade da live era ajudar os diversos músicos que estão sofrendo necessidades.

“Estamos impedidos de fazer shows, concordamos com isso devido a pandemia. Estamos mantendo o distanciamento e usando o álcool em gel, agora lembrando que os músicos estão passando fome e quem está matando a fome dos músicos somos outros artistas que se solidarizam e estamos sendo impedidos. Estamos fazendo live para levar comida pra casa e para os outros artistas”, frisou.

O deputado estadual Rodrigo Valadares lamentou a situação e aproveitou para se solidarizar com toda a classe artística, pois entende que estes setores foram os mais afetados pela pandemia.

“Infelizmente, a classe artística e a cultura sergipana têm sido negligenciadas por esse governo e cabe a nós, políticos, estarmos atentos a isso. Estamos vendo um dos setores mais afetados pela pandemia sem receber nenhum tipo de resposta positiva do governador Belivaldo Chagas e, enquanto são impedidos de fazer lives e buscar meios de sobrevivência, muitos passam fome. Não podemos cruzar os nossos braços”, declarou.

Ainda de acordo com o parlamentar, o governo de Sergipe está brincando com a população como se fossem marionetes e as vidas estão sendo deixadas de lado. “Fazem diversas proibições, afirmando que estão preocupados com as vidas, mas não apresentam nenhuma alternativa para que estas mesmas pessoas sobrevivam e tenham o alimento de cada dia. Os artistas estão aí, parados há mais de um ano e a única ajuda que tiveram foi do Governo Federal, através da Lei Aldir Blanc”.

“Vidas? Para eles, a sua vida está em última prioridade. Poder? Esse é único objetivo. Como falávamos na campanha: Eles se protegem, mas não protegem a você”, reiterou.

Por Luísa Passos – Assessoria de Imprensa

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