ANALÍTICA

CURINGA… O anúncio da desincompatibilização da delegada Katarina Feitoza surpreendeu boa parte da classe política sergipana. Filiada ao PSD do governador Belivaldo Chagas e do deputado federal Fábio Mitidieri, Katarina respondia, até então, pelo comando geral da Polícia Civil de Sergipe. A delegada deixou o cargo para pôr seu nome à disposição do partido, que pode lança-la candidata a vice na chapa do prefeito Edvaldo Nogueira, pré-candidato à reeleição pelo PDT.

…PESSEDISTA Também filiado ao PSD, o agora ex-secretário municipal de Governo da Prefeitura de Aracaju, Jorge Araujo Filho, deixou o cargo esta semana e figura como a principal opção do partido para compor a chapa majoritária do grupo governista na capital, ao lado de Edvaldo. Jorginho, como é chamado o filho do ex-deputado Jorge Araujo, é o nome de preferência do deputado Fábio Mitidieri e deve assumir a vaga, cujo nome será, em comum acordo com o agrupamento, indicado pelos pessedistas.

MIRANDO 22 Mais à frente, quando os governistas sentarem para discutir, de fato, as próximas eleições municipais na capital, novas costuras podem ser feitas entre os integrantes do agrupamento, os quais tratarão de deixar ‘amarrados’, desde já, acordos para as eleições de 2022. Neste sentido, ciente do papel que desempenha dentro do grupo da situação, tanto a nível estadual quanto municipal, o deputado federal Laércio Oliveira deve acrescentar ao baralho a carta Fabiano Oliveira. O empresário e ex-deputado está filiado ao PP.

PRIMEIRO EU Isolados politicamente desde o rompimento com o grupo governista na capital, para forjar uma candidatura majoritária que atendesse ao projeto pessoal do senador Rogério Carvalho rumo à disputa ao governo do Estado em 2022, os petistas sofrerão este ano derrota ainda maior que a de 2012. Naquele ano, tiveram que aceitar a indicação de Valadares Filho em detrimento do nome de Rogério depois que o partido abandonou a linha sucessória com a renúncia de Silvio Santos.

DÉJÀ VU O então vice-prefeito trocou a candidatura natural à sucessão de Edvaldo para comandar a rica pasta da Saúde estadual, visando, pessoalmente, às eleições de 2014. Restou ao partido indicar a vice naquela ocasião. Como fez há oito anos, o PT torna a priorizar um projeto pessoal e caminha para repetir o fracasso frente às urnas da capital pela quinta vez. Aliás, para vencer com Marcelo Déda em 2000, os petistas precisaram ter o apoio do atual grupo governista, que, sob a liderança do ex-governador Jackson Barreto, já havia imposto quatro derrotas ao PT na capital.

 

 

 

 

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