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Aracaju confirma primeira morte por dengue no município

A Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju (SMS) informa que a investigação do óbito da professora M. A. S. confirmou a causa da morte como dengue grave, com base no exame de sangue IGM. A professora faleceu no último dia 29 e o óbito precisou ser averiguado, já que o atestado de óbito não apontou a causa da morte como dengue e o teste rápido realizado não apontou sinais de infecção recente da doença.

A SMS informa que realiza ações diárias de combate ao aedes e reforça a necessidade de apoio da população na eliminação de focos de mosquito, não acumulando lixo e água parada. No último dia 1°, a gestão municipal iniciou o terceiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano, por meio do qual mapeia bairros com maiores índices de infestação e programa ações de combate ao mosquito. Entre as ações realizadas diariamente estão visitas domiciliares, fumacê costal e mutirão de limpeza.

Este ano, Aracaju registrou 1565 notificações de dengue. Desses, 318 confirmados. De chikungunya, foram 572 notificações e 229 casos confirmados. Já de zika, foram 24 casos notificados e 5 confirmados. De acordo com o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado no mês de maio, Aracaju está em médio risco de infestação de Aedes, com sete bairros com alto risco de surto ou epidemia. Dos 43 bairros de Aracaju, oito estão classificados em baixo risco (satisfatório), 28 estão em médio risco (alerta), e sete bairros estão classificados como alto risco de surto ou epidemia, que são: Santo Antônio, Japãozinho, Luzia, Ponto Novo, Pereira Lobo, Porto Dantas e Cidade Nova.

Imprensa 24h

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