As cinco etapas no cuidado com a Saúde Emocional

Muitos são os desafios de preservar a Saúde Emocional em um cotidiano em que estão presentes: o desemprego, as rotinas diárias exaustivas, as relações humanas cada vez mais superficiais e descartáveis dentre outros fatores. Em se tratando de um ano de pandemia, vem o medo do desconhecido, as mudanças nas rotinas diárias afetam e muito o comportamento das pessoas, vindo a se refletir nos diversos segmentos da população seja entre profissionais de diversas áreas, enfim, todos os segmentos são afetados de alguma maneira pelo clima mundial de uma disseminação de um vírus, o covid-19 que ainda não foi sanada. Diante desse cenário se desencadeia a ansiedade, o estresse, as fobias, a depressão, entre outras doenças emocionais. Dentro desse contexto serão citadas aqui cinco etapas para estabelecer o devido cuidado com a saúde emocional: 1ª) a detecção, 2ª) avaliação, 3ª) investigação, 4ª) intervenção e 5ª) tratamento.

 

A primeira etapa, a detecção, é saber como anda a saúde emocional da pessoa. Se tem sentido sintomas diferentes no seu dia a dia tais como: dores constantes, ou diarreia por exemplo, são sinais para estar alerta e buscar ajuda com um profissional em que a pessoa se sinta confortável.

 

A segunda etapa, a avaliação é quando já se tem noção por meio de diagnóstico profissional do que pode estar acontecendo na relação entre o cérebro e o corpo da pessoa, ou seja a detecção de questões psicossomáticas sendo cuidadosamente ressaltadas pelo paciente para que haja a devida avaliação.

 

A terceira etapa, a investigação, se baseia nos relatos da pessoa com um profissional da área. Esse é um dos momentos mais importantes com a quebra de preconceitos e tabus, tanto por parte do paciente ou usuário, como também a compreensão das pessoas mais próximas como familiares e amigos evitando dar palpites e tentando impor nomes de doença de outras pessoas que conhece, o que provocará mais problemas para a pessoa afetada de questões emocionais em investigação e diversos problemas relacionais.

 

A quarta etapa, a intervenção, é o que fazer diante do que está acontecendo com o paciente ou usuário. A depender do que foi detectado na avaliação é que serão norteadas as formas de lidar com o problema ou problemas em questão.

 

E por último, a quinta etapa, o tratamento, será o resultado da “equação” trazida pela pessoa ao profissional, agora com as diretrizes a seguir, ou seja o que pode ser feito em cada caso para que os sintomas sejam tratados, a previsão de quanto tempo pode durar, e as devidas orientações para cada caso apresentado individualmente. É importante ressaltar aqui que a doença do outro, pode não ser a sua, porque as pessoas são diferentes. As medicações prescritas para seus conhecidos podem não ser a sua, por isso a importância de se realiza todas essas etapas individualmente e claro, contando sempre com a compreensão e ajuda das pessoas em volta e buscando sempre uma sociedade cada vez mais sensível e aberta a compreender as questões emocionais que envolve a vida do ser humano. Meu nome é Andréa Modesto e estaremos aqui semanalmente conversando nesta coluna. Me siga no meu canal do You Tube: Andréa Modesto ou Facebook: www.facebook.com\andrea.liberty.5

 

 

Andréa Modesto
Assistente Social
Pós Graduanda em Saúde da Familia
Mestranda em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente
Atua na área da saúde emocional autora do Projeto Saúde
da Alma.
E-mail: anmosa21@gmail.com

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