Campanha de Danielle ignora Consciência Negra e Outubro Rosa, pautas importantes da sociedade

Apesar de ser candidata pelo Cidadania, partido que expressa já na nomenclatura a defesa dos direitos dos cidadãos, Danielle Garcia segue sem dialogar com pautas sociais importantes como o debate sobre a promoção da igualdade racial e campanhas de extrema importância, como o “Outubro Rosa”, de prevenção ao câncer de mama.

No Dia da Consciência Negra, Danielle ignorou por completo a data, reafirmando sua indisposição para o diálogo. Insensibilidade que pode ser observada também no programa de governo da candidata, o qual não contempla ações voltadas nem para as populações negras, nem para a população LGBTQIA+.

Ela também não abordou, uma vez sequer, em suas redes sociais, a campanha “Outubro Rosa”. Mesmo tendo o rosa como a cor predominante da sua campanha, ela não publicou qualquer tipo de estímulo às mulheres para o período de conscientização.

Enquanto isso, o prefeito Edvaldo Nogueira (PDT), adversário de Danielle na campanha, abordou a questão da igualdade racial nas redes sociais e em seus dois programas eleitorais do dia 20. Ele propôs uma reflexão e reafirmou seu compromisso “de continuar atuante, buscando estratégias ligadas à promoção da igualdade racial”.

“A Consciência Negra deve ser colocada em pauta diariamente e o poder público é um instrumento efetivo de mudança”, afirmou Edvaldo, na sexta-feira, dia 20, ao destacar os desafios a enfrentar na próxima gestão e ações que já realizou, como a implantação do Conselho Municipal de Igualdade Racial e a adesão do Município ao Sistema Nacional de Políticas de Igualdade. Não só esse tema, como demais pautas relacionadas a minorias, constam no programa de governo do prefeito.

Edvaldo também separou espaço na sua campanha para abordar o Outubro Rosa. Respeitando o lugar de fala, foi sua vice, a delegada Katarina Feitoza, quem abordou o tema, inclusive, estimulando as mulheres a tomarem os cuidados preventivos ao câncer de mama. O tema foi levado à propaganda eleitoral de Edvaldo e Katarina.

Com a rejeição em alta devido, sobretudo, ao tom agressivo e policialesco adotado na campanha de primeiro turno, Danielle tenta agora, orientada por sua equipe de marketing, “mostrar seu lado humano”. Porém, a “xerife durona” não consegue se conter e deixa transparecer, a cada nova propaganda eleitoral, seu autoritarismo e sua inapetência para o diálogo.

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