Com 1% das intenções de voto, Márcio Macedo faz da mentira estratégia eleitoral

Rejeitado pela população aracajuana, conforme apontam as recentes pesquisas de opinião, o pré-candidato Márcio Macedo, em meio à pandemia de covid-19, passou a distorcer dados oficiais da prefeitura de capital para produzir notícia que não corresponde à realidade factual, como demonstrou o secretário da Comunicação de Aracaju, o jornalista e publicitário Carlos Cauê, ao desmentir informações divulgadas pelo petista na semana passada.

Em entrevista à Jovem Pan, na última quarta-feira (27), Márcio disse que a gestão comandada pelo prefeito Edvaldo Nogueira estaria gastando, este ano, cerca de 16 milhões de reais com publicidade oficial do município, cifra esta prontamente desmentida pelo secretário.

Não satisfeito em ter sido desmentido em público e tachado de ignorante, Márcio Macedo voltou a divulgar dados distorcidos, neste domingo (31), para defender que seria verdadeira a notícia falsa que produziu sobre investimentos da prefeitura. E assim, evidenciou despreparo administrativo, demonstrando não saber diferenciar previsão orçamentária da despesa efetivamente realizada, como salientou Cauê.

“À guiza de atacar o trabalho que vem sendo feito pelo prefeito Edvaldo Nogueira, no combate ao novo coronavírus, o pré-candidato [Márcio Macedo] disse que a prefeitura estaria gastando R$ 16 milhões em publicidade. Alertado pelo próprio secretário municipal [da Comunicação Social] de que este número nem de longe corresponde à verdade, Márcio limitou-se a dizer que os dados são da PMA/2020. Mais uma mentira”, garantiu Cauê, ao desmentir o petista.

Os dados divulgados por Márcio Macedo, como destacado pelo próprio pré-candidato, são do Relatório de Programação Financeira da Receita e Despesa do exercício 2020. Ou seja, dizem respeito ao que está programado e não ao que o município, de fato, gastou.

Mas, ao insistir na deturpação dos números oficiais, o pré-candidato pelo PT nada mais faz que confirmar a cifra apresentada por Cauê, sobre a despesa efetivamente realizada com publicidade este ano, de cerca de dois milhões de reais, agora com base no Relatório Resumido da Execução Orçamentária.

Incapaz de reconhecer o equívoco da divulgação da previsão como sendo a despesa efetivada, Márcio ainda questiona quem estaria mentido, se ele, ou se o prefeito. “Talvez, pelo fato de ter sido ex-tesoureiro nacional do PT, o pré-candidato Márcio Macedo ainda esteja vendo o mundo pela ótica das cifras bilionárias com as quais lidou no seu antigo posto”, fustigou o secretário municipal da Comunicação Social.

“Se tivesse algum apego à verdade, Márcio deveria saber que o orçamento previsto para todo o ano de 2020 para publicidade municipal é de R$9 milhões, e que essa cifra jamais seria realizada efetivamente, pois como se trata de um ano eleitoral, os municípios só podem investir, no primeiro semestre de 2020, a média dos três primeiros semestres dos anos anteriores, o que faz reduz a possibilidade real de investimentos à casa de pouco mais de R$2 milhões”, explicou Cauê.

Na lanterna
Com uma pré-candidatura fadada ao fracasso nas urnas, o petista Márcio Macedo figura na lanterna das intenções de voto, conforme apontam as mais recentes pesquisas de opinião realizadas na capital, como a do IPF (Instituto França de Pesquisa), que foi à campo entre os dias 11 e 15 de maio.

Nesse levantamento, os números apurados põem um balde de água fria na pré-candidatura do PT, liderada pelo ex-deputado federal Márcio Macedo. E talvez seja o motivo de o pré-candidato ter apelado para a distorção da realidade, em meio a uma pandemia, apenas para tentar diminuir o trabalho levado a cabo pelo prefeito Edvaldo Nogueira para o enfrentamento à covid-19.

Além de ser o quarto nome mais citado no quesito rejeição – quando o eleitor diz em quem não votaria para prefeito de Aracaju -, Márcio Macedo patina na pesquisa induzida, ficando atrás até mesmo do delegado Paulo Márcio, que estreia como pré-candidato a prefeito pelo inexpressivo Democracia Cristã – DC.

Outro dado apurado que acende o sinal de alerta dos petistas é o da resposta espontânea, aquela em que os eleitores dizem em quem votariam se as eleições fossem hoje sem conhecer quem são os pré-candidatos. Nesse quesito, Marcio Macedo não chega a meio ponto percentual (0,4%) das intenções de voto, e fica atrás, outra vez, de Paulo Márcio (1,2%).

 

 

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