Democracia Cristã, de Paulo Márcio, contrata empresa do presidente do partido com verba pública

O presidente da executiva nacional do Democracia Cristã (DC), José Maria Eymael, além de destinar para si próprio parte da verba pública do fundo partidário a que o partido teve acesso, em 2019, contratou, com esses mesmos recursos, empresas das quais é sócio, como mostra reportagem da Folha de São Paulo publicada no sábado (8).

Em Aracaju, o DC lançou a pré-candidatura do delegado Paulo Márcio, cuja principal bandeira de campanha é o combate à corrupção e a correta utilização dos recursos públicos. Apenas no passado, José Maria Eymael, principal fiador da pré-candidatura do partido na capital sergipana, embolsou da verba partidária R$109 mil, o que representa uma média mensal superior a 9 mil reais.

Ao se referir à principal liderança de seu partido, em entrevista recente, Paulo Márcio reafirma total apoio e alinhamento. “Tenho compromisso com José Maria Eymael, presidente nacional da Democracia Cristã, que já demonstrou interesse em concorrer à Presidência da República em 2022”, disse, ao negar apoio a uma possível candidatura à reeleição de Jair Bolsonaro.

PSB/Cidadania
Valadares Filho, pré-candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pela pré-candidata à prefeitura de Aracaju, Danielle Garcia (Cidadania), segue os passos do líder de Paulo Márcio na utilização dos recursos do fundo partidário.

Como o Imprensa24h noticiou com exclusividade, mesmo após concluir o mandato de deputado federal, em 31 de janeiro de 2019, Valadares Filho continuou sendo bancado com dinheiro público até o mês de dezembro. Na condição de presidente estadual do PSB, Valadares Filho administrou, ao longo ano passado, um montante de quase R$ 1,3 milhão, verba pública do fundo partidário destinada ao diretório do partido em Sergipe.

E, utilizando essa fonte de recurso, Valadares Filho, agora integrante do grupo do senador Alessandro Viera, junto aos irmãos Eduardo e Edvan Amorim (PSDB/PL), autorizou quatro pagamentos para si próprio, entre os meses de outubro e dezembro do ano passado, que totalizam mais de R$30 mil.

Apenas no último mês de dezembro de 2019, Valadares Filho assinou, como presidente do PSB, dois pagamentos para ele mesmo, cada um com valor de R$7,5 mil.

Sem cerimônias, ao perder o “primeiro emprego”, a cadeira de deputado federal, na qual permaneceu longos 12 anos, Valadares Filho continuou vivendo às custas do dinheiro do contribuinte, agora na condição de presidente de um órgão partidário.

 

 

 

 

Reprodução autorizada mediante citação da fonte: Imprensa 24h

 

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