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Dia 3 de junho é celebrado o Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco

Com 2.830 km de extensão, o Velho Chico atende a cerca de 18 milhões de pessoas 

Neste 3 de junho celebra-se o Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco. Conhecido popularmente como Velho Chico, tem uma extensão de 2.830 km e nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais, passa pelos estados Bahia, Goiás, Distrito Federal e Pernambuco chegando ao mar entre os estados de Sergipe e Alagoas. Cerca de 18 milhões de brasileiros são beneficiados pelas águas e por isso a importância de falar sobre sua preservação.

“A preservação e a revitalização do rio asseguram água de qualidade e em quantidade para a população. Além de conservar a biodiversidade que depende do manancial. Essa atitude gera uma conscientização da população da necessidade de se preservar os corpos hídricos e também promovem mudanças de hábitos em prol de um consumo e uso consciente da água no nosso cotidiano”, destaca a professora do Programa de Pós-graduação em Saúde e Ambiente da Universidade Tiradentes (Unit) e pesquisadora do ITP, Maria Nogueira Marques.

Incentivar o desenvolvimento de pesquisas e ações que visem a preservação e revitalização do Velho Chico pode ser um diferencial no trabalho de manutenção da saúde do rio. “Destaco a campanha ‘Eu viro carranca para defender o Velho Chico’, promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco que há nove anos realiza eventos e ações com a finalidade de chamar a atenção para os sérios problemas enfrentados pelo Rio. Outro projeto, importante, é a expedição do Baixo São Francisco que foi criada com o objetivo de fazer um diagnóstico dos problemas da bacia na região”, afirma.

Uma estratégia para ampliar a qualidade das águas é a realização de ações educativas em escolas e universidades. “Atividades em instituições de ensino levam a uma conscientização da população da necessidade de se preservar os corpos hídricos e também promovem mudanças de hábitos em prol de um consumo e uso consciente da água no nosso cotidiano. A preservação e a revitalização do rio asseguram água de qualidade e em quantidade para a população e a biodiversidade dependente do manancial que está recebendo estas ações”, destaca a pesquisadora do ITP.

Asscom Unit

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