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Em Aracaju vacinação contra sarampo abrange crianças maiores de 6 meses a menores de 5 anos

Iniciada em abril, a Campanha Nacional contra o Sarampo, executada na capital sergipana pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), está em sua segunda fase, a qual tem como público-alvo crianças maiores de 6 meses a menores de 5 anos, e segue até o dia 3 junho.

De modo a facilitar o acesso da população, a SMS disponibiliza o imunizante nas 45 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 16h; em três shoppings da capital, também das 8h às 17h; e no drive-thru montado no Parque Governador Augusto Franco (Sementeira), das 8h às 13h. Para receber a vacina, basta apresentar cartão de vacinação, documento com foto e comprovante de residência de Aracaju.

Pediatra da SMS, William Barcelos alerta que a transmissão do sarampo ocorre pela via respiratória, e que a doença é parecida com resfriado e até mesmo com a covid-19. Neste sentido, ele orienta a população a evitar levar as mãos aos olhos e à boca após tocar em superfícies que possam estar contaminadas com o vírus.

O médico explica, ainda, que assim como a transmissão, os sintomas também são bem parecidos com o de outras doenças virais, mas com a particularidade das manchas vermelhas. “Os principais sintomas do sarampo são a coriza, febre alta, lacrimejamento e congestão nasal. Com a diminuição da febre, surgem manchas que são exclusivas do sarampo, além da vermelhidão da pele que se inicia no rosto e vai descendo para o pescoço, tórax e barriga”, pontua.

O vírus pode agravar infecções secundárias já existentes no paciente ou desenvolvê-las, sobretudo em pessoas imunocomprometidas. Diante destes fatores, William reforça a importância da vacina, pois “é a principal forma de prevenção, imuniza, e isso faz com que não exista o desenvolvimento da doença e transmissão do vírus”.

Em relação às pessoas que ainda não se vacinaram, o pediatra enfatiza que “é importantíssimo que busquem as unidades de saúde e regularizarem o calendário vacinal, afinal é muito mais barato, a nível fisiológico, se prevenir vacinando-se do que tratar uma doença que pode levar a uma complicação”.

Imprensa 24h

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