Pular para o conteúdo
Início » Emília Corrêa expressa preocupação com a defasagem escolar no Ensino Médio

Emília Corrêa expressa preocupação com a defasagem escolar no Ensino Médio

O atraso escolar é um desafio para as etapas da Educação Básica em Sergipe, de acordo com o Anuário Brasileiro da Educação. Em 2020, último dado atualizado a respeito da evasão escolar, as matrículas na educação básica estavam em 423.058 alunos na rede pública e 120.406 na rede particular, o que significa que mais de 23% dos sergipanos frequentam o fundamental.

No entanto, o estado estava com defasagem superior a dois anos em relação ao ano e a série que os estudantes deveriam estar cursando, sendo 18,4% dos alunos nos anos iniciais, 38,9% nos anos finais do Ensino Fundamental e 41,3% no Ensino Médio. Isso acaba refletindo na baixa proporção (50%) de jovens concluintes do Ensino Médio aos 19 anos, deixando Sergipe na 16ª posição no país em atraso escolar.

No Ensino Fundamental, 97,4% das crianças e jovens de 6 a 14 anos encontram-se na etapa dos anos iniciais e finais, enquanto a defasagem (dois anos ou mais) é de 18,4%, nos anos iniciais, e 38,9%, nos anos finais, tendo uma nota de 4,4, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Um dado que preocupa é a baixa porcentagem dos jovens de 15 a 17 anos que estão na etapa do Ensino Médio: 46,6%, menos da metade. Já a defasagem (dois anos ou mais) chega a 41,3%, tendo uma nota de 3,7, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ou seja, de cada 100 estudantes que ingressam na escola, 80 concluem o Fundamental 1, aos 12 anos; 59 concluem o Fundamental 2; aos 16 anos e 50 concluem o Ensino Médio, aos 19 anos.

Investimento na Educação
A necessidade de mais investimentos na Educação sempre foi uma das pautas da vereadora Emília Corrêa. Para a parlamentar, é inadmissível que um estado pequeno, do tamanho de Sergipe, tenha essa alta defasagem escolar, ficando na 16ª posição no país.

“De fato, as principais causas da defasagem escolar são a necessidade de ingressar no mercado de trabalho para o sustento próprio ou da família e a falta de investimentos na educação pública, tornando-a atrativa. É preciso implementar políticas públicas que sejam capazes de manter nossas crianças, adolescentes e jovens na sala de aula, aprendendo, se preparando para o futuro. Sem educação, nenhum Estado ou país se desenvolve”, pontua.

POR ASCOM/EMÍLIA CORRÊA

Imprensa 24h

Notícias de Aracaju, Sergipe e do Brasil

Instagram

Facebook

Twitter