Grupo de Alessandro e Danielle aceita cargos em troca de apoio a Bolsonaro

Em plena crise sanitária provocada pela covid-19, doença que ameaça colapsar o sistema de saúde do país, o PL (antigo PR), partido de sustentação do grupo político do senador Alessandro Vieira e da pré-candidata à prefeita de Aracaju Danielle Garcia, ignora as prioridades do momento em nome do fisiologismo do mensaleiro Valdemar Costa Neto, que aceitou novo cargo na gestão Bolsonaro em troca de apoio partidário no Congresso.

Nesta segunda-feira, 18, Garigham Amarante Pinto, homem de confiança do chefe do partido, Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, foi nomeado diretor de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e, com isso, passa a comandar um orçamento superior a 50 milhões de reais. Garigham foi assessor do líder do PL na Câmara, Wellington Roberto, da Paraíba.

Presidido em Sergipe pelo empresário Edvan Amorim e comandado na capital pelo também empresário Milton Andrade, o PL se somou recentemente ao agrupamento do senador Alessandro, presidente do diretório estadual do Cidadania, para garantir à futura candidatura de Danielle Garcia cifras milionárias do fundo eleitoral e tempo de propaganda gratuita no rádio e tv.

Ao se juntar ao condenado Valdemar Costa Neto e aderir ao governo Bolsonaro em troca de cargos, o grupo que diz defender a bandeira da renovação política, aqui em Sergipe, torna evidente a demagogia do discurso de combate à corrupção pregado diuturnamente por falsos paladinos da moral, como o são os delegados Alessandro e Danielle Garcia.

Reprodução autorizada mediante citação da fonte: Imprensa 24h

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