Mário da Clínica, Lobo na pele de Cordeiro

Um artigo publicado em um determinado portal, começa colocando Mário como um empresário de sucesso. Cita os adjetivos ‘competente, responsável e centrado’. Não vamos entrar nesse mérito! As relações pessoais de cada pessoa, cabem a elas. Ainda que, vejamos a oposição em Nossa Senhora das Dores, tentando rotular a atual gestão, por erros cometidos por entes próximos a anos atrás.

Como se ninguém nunca tivesse errado, ou fosse responsável pelos erros dos outros.

Como Deus da razão, o matre da câmara de vereadores, o senhor Fabrício da Neto Cred, como é conhecido, tem buscado de todas as formas fragilizar o governo. Só, feito lobo solitário, segue com uivos repetitivos e sem credito.

Aplaudido pelos mesmos, e alimentado pelo ódio.

Trocando farpas com os filhos de seus opositores em grupos de ‘zaps’ o vereador não deve ter aprendido nada sobre boas maneiras e bons costumes.

Mas o vereador, não é a pauta. Por enquanto.

Comecemos a relembrar quem é Mário da Clinica:
Mário, foi candidato a vice prefeito, na campanha de reeleição de João Marcelo.

Aquele, o traído!

Mário, na época, só aceitou ser prefeito em troca de dinheiro. Todo mundo sabia, que Mário estava “ruim das pernas”. O acordo foi feito em cima da característica de “boa praça” do seu majoritário. João Marcelo teria o dever, de ‘se virar nos trinta’, e conseguir que o governo do Estado pagasse a Mário cinco prestações de duzentos mil reais. Amigos, cinco de duzentos mil, dão míseros um milhão de reais.

Um milhão de reais!

Com a fé de quem é temente a Deus e a Nossa Senhora das Dores, João saiu para tentar solucionar o acordo.

Vale frisar, que o dinheiro correspondia a consultas que o IPIS devia a clínica do Mário. Ate então, nada de mais, se não fosse a irregularidade que fez o governo não pagar a ele.

Ou seja:
Mário, queria que João de qualquer jeito, resolvesse tal impedimento. Para os que não sabem, João, investiu do próprio bolso, para regularizar a empresa/clínica do bom moço.

Pós regularizado, em tempo recorde, marcou-se a data para Mário começar a receber.

Mas o prodígio João Marcelo, não estava em seu melhor momento. Os astros pareciam avisar que o pior estava por vir.

O dinheiro de Mário, o governo atrasou.

Poxa João…

Ameaçado e acuado, João recebeu de Mário a seguinte mensagem:
“Não saiu de casa sem receber meu dinheiro. A campanha para mim, estar cancelada!”

Mas como cancelada, se João já havia investido o dinheiro para a regularização da empresa de Mário? Mas como cancelada, se dinheiro de governo, todo mundo sabe que atrasa, mas uma hora sai?

Será que premeditadamente, Mário já armava um bote?
Será que Mário queria se beneficiar da inocência de João Marcelo?

Desesperado, e indo de encontro a vontade de seus pais, João Marcelo tirou o valor dos seus investimentos, de sua poupança… e foi lá emprestar o dinheiro para Mário.

Outro acordo foi feito, e no final das cinco prestações, Mário teria que pagar a João Marcelo. Mas, utilizando-se dos mesmos comportamentos que os velhos barões da política, Mário, ate o dia de hoje, não pagou nem procurou pagar João Marcelo.

Mas não acredito que seja por maldade. Talvez, ele tenha apenas, perdido o número do celular de João Marcelo.

Acredito que foi assim que o novo político entrou na política de Nossa Senhora das Dores. Não como disse em seu vídeo, que havia entrado porque sentiu que a população mais carente precisava de ajuda. Quem precisava de ajuda era ele.

Foi pensando nele, e somente nele, que ele agora, se diz político.

Por isso, vejamos:
O responsável por Mário entrar na política foi João Marcelo. Acredito que isso, ninguém questiona.

Mas como foi que João foi retribuído?

Lembre-se:
Dinheiro investido, dinheiro emprestado, e a boa influência.

Em troca, traição!

João foi candidato a deputado, todos lembram.

Vocês viram o apoio que depois de tudo isso João teve de Mário?

Nenhum!

E você sabe por que?

Porque Mário, o novo político, resolveu apoiar outro. Mesmo depois de tudo que João fez para ele.

Será que Mário não sabia que o melhor para Dores, era ter um deputado da terra, um deputado filho de Dores.

Mas Mário…Amigo Mário, o que para você é importante para Dores?

Mário parece aquele escorpião da fabula “o sapo e o escorpião” – se não conhece, pesquise no Google. 😉

Se essa é a nova política, permita-me voltar para Pasárgada!

 

 

Por Guga Prado

 

 

 

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