# Sem consenso político, PEC da Tarifa Zero avança no Congresso e busca novas fontes de recursos

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- Published: 2026-10-23T12:25:35-03:00
- Author: Redação Imprensa 24h

A proposta de emenda à Constituição (PEC) da Tarifa Zero chegou ao Congresso na 
última quarta-feira (21/10) enfrentando forte resistência e sem contar com negociações
prévias com as lideranças partidárias. Conforme apurado pelo portal **Imprensa 24h**,
o envio do texto pegou parlamentares de surpresa, reduzindo as chances de avanço
imediato da pauta nas duas Casas legislativas.

A iniciativa ganha espaço no cenário nacional e repercute entre as principais **
notícias de [Sergipe](https://imprensa24h.com.br/historia-de-sergipe-guia/)** e 
do país, levantando debates sobre o impacto orçamentário. O texto sugere destinar
mais de um quarto dos recursos das emendas parlamentares impositivas (26,8%) para
bancar a gratuidade no transporte, medida interpretada nos bastidores como uma estratégia
eleitoral de reta final.

## Resumo da Notícia

 * A PEC da Tarifa Zero foi enviada ao Congresso no dia 21 de outubro sem acordo
   prévio.
 * O texto propõe usar 26,8% das emendas parlamentares para custear o transporte
   gratuito.
 * Lideranças apontam resistência e preveem dependência do resultado das urnas em
   25 de outubro.
 * O debate sobre novas fontes de financiamento, como a Cide, divide opiniões no
   parlamento.

## Resistência e o impacto das eleições

A recepção ao texto no Legislativo foi fria. De acordo com relatos colhidos pelo
[JOTA](https://www.jota.info), a viabilidade da PEC está diretamente atrelada ao
cenário político e ao resultado das urnas no dia 25 de outubro. Parlamentares avaliam
que a pauta necessitaria de forte articulação governamental para prosperar.

Analistas políticos ponderam que o futuro da proposta depende de quem estiver no
comando do Executivo. Enquanto uma vitória da oposição poderia enterrar o projeto,
um cenário favorável ao governo exigiria uma reformulação profunda no texto, especialmente
para retirar a dependência exclusiva dos recursos das emendas parlamentares.

## O papel do legislativo e alternativas de custeio

Apesar das críticas iniciais, o PT aposta na tramitação da matéria pelas comissões
da Câmara, presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB). O parlamentar já demonstrou
simpatia pela gratuidade aos fins de semana, mas rejeita o uso das verbas parlamentares
para essa finalidade, transferindo o ônus de encontrar uma solução para o próprio
Congresso.

Diante do impasse com as emendas, outras fontes de receita começam a ser ventiladas
nos corredores de Brasília para acompanhar as **últimas notícias em Sergipe** e 
no Brasil. Entre as opções discutidas estão o uso da Contribuição de Intervenção
no Domínio Econômico (Cide) sobre combustíveis, a criação de um fundo público para
substituir o vale-transporte, além do direcionamento de royalties do petróleo.

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