O impacto negativo das Fake News em saúde

Com um volume de notícias cada vez mais frequente e a todo o tempo, as pessoas precisaram ficar mais atentas quanto à veracidade das informações. Durante a pandemia do novo coronavírus, os desafios com as chamadas Fake News também foram constantes.

“Com a distribuição deliberada e crescente de informações falsas via jornal impresso, rádio, televisão e principalmente mídias sociais, torna-se necessário estimular nas pessoas a necessidade de verificar se as notícias que recebemos diariamente são de fato verdadeiras”, declara o professor do curso de Enfermagem da Unit, Luan Araújo.

“O processo de desinformação tem impacto negativo na vida das pessoas, uma vez que alguém pode criar e disparar uma informação sem embasamento científico algum e, como consequência, a população deixa de acessar os serviços de saúde ao tomarem aquela notícia como verdadeira”, acrescenta.

Para o docente, a realização da validação da notícia antes de transmitir para outras pessoas quebraria um ciclo desfavorável. “As Fake News têm provocado danos em diferentes áreas que vão desde a economia até a saúde da população, como foi possível identificar nos momentos mais críticos da pandemia”, salienta.

“Um exemplo está sendo a negativa para alguns tipos de vacinas ao identificarmos que mesmo com os principais cientistas apresentando através de estudos muito bem fundamentados que não tomar o imunizante disponível é muito grave, alguns preferem aguardar a “vacina ideal” de acordo com o que foi postado no “grupo da família”, isso é preocupante”, complementa.

Luan Araújo destaca a importância da conscientização e da responsabilidade diante do compartilhamento dessas informações.

“É bem verdade que este processo de desinformação através das Fake News gera muita insegurança, pois diante do bombardeio diário de informações é difícil saber se realmente é fato ou fake, assim um dos melhores é eleger nossa fonte de pesquisa mais confiável para buscarmos em determinado momento do dia as necessárias atualizações”, enfatiza.

“Além disso, ao eleger a fonte, estamos realizando um importante exercício de fortalecimento e preservação da nossa saúde mental devido ao dano que tem causado na saúde das pessoas. Precisamos trazer esse tema para nossos espaços de discussão e rodas de conversas, além de colocar a mão na massa para mudarmos este cenário. A Fake News mata e quem ajuda a propagar acaba sendo cúmplice”, finaliza.

Assessoria de Imprensa | Unit

 

 

 

 

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