Projeto Cabuto busca reproduzir uma aeronave rádio controlada

Iniciado ainda em 2016 com as primeiras discussões, o Cabuto AeroDesign vem colhendo resultados promissores ao longo dos anos. Em 2018, por exemplo, foi a única equipe de Sergipe a participar da Competição SAE Brasil AeroDesign. O projeto Cabuto busca reproduzir uma aeronave rádio controlada e aproxima a teoria da prática. “O projeto de extensão permite que os alunos tenham experiências reais, além de despertar novas possibilidades para o mercado de trabalho”, declara o professor doutor Igor Libertador, orientador e coordenador da equipe Cabuto AeroDesign.

 

Durante a pandemia do novo coronavírus, o projeto teve que se adequar a um novo contexto. “Todas as reuniões foram virtualizadas, além das atividades do projeto. Como esse ano não teve competição presencial, acontecendo de forma virtual e apenas com a entrega do relatório do projeto, estamos trabalhando nessa demanda. A única ação que não está acontecendo é a construção da aeronave e o teste de voo”, comenta.

“Para o segundo semestre, as perspectivas são as mais positivas possíveis. A entrega do relatório é logo no mês de agosto e estamos focados em entregar o melhor projeto possível. Analisamos todos os outros relatórios, identificamos problemas e estamos corrigindo alguns pontos”, acrescenta.

 

Atualmente, o projeto Cabuto Aerodesign conta com a participação de seis acadêmicos dos cursos de Engenharia. Um novo processo seletivo deverá ser aberto ainda esse ano para complementar a equipe. Podem participar acadêmicos das mais diversas áreas como as Engenharias, Matemática, Ciência da Computação, Administração, Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Design.

 

“O perfil do aluno é aquele que gosta de desafios, tenha vontade de aprender, não tenha medo de errar e nem de trabalhar. O projeto Cabuto é muito importante para o processo de aprendizagem dos acadêmicos”, garante o coordenador.

 

“Além disso, também visa promover a questão do senso de responsabilidade, respeito, a questão ética e moral. O contexto de demandas rápidas, por exemplo, faz com que eles evoluam e cresçam pessoalmente e profissionalmente. O projeto de extensão permite que o aluno saia da sala de aula e vivencie na prática suas experiências”, complementa.

 

Entre os integrantes  do projeto está a acadêmica do 10° período do curso de Engenharia Civil, Sandy Cunha. Capitã da equipe e líder do setor de Aerodinâmica, a estudante destaca a relevância do projeto.

 

“Sou responsável por gerenciar os integrantes da equipe e servir de intermédio entre a equipe e a organização. A experiência é bastante enriquecedora. Por meio do projeto aprendi noções novas sobre aeronáutica, de forma geral e específica, algo um pouco distante, mas que também se relaciona com o meu curso”, frisa.

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“Conheci o projeto através de um amigo e, no ano passado, entrei na equipe como integrante do setor de Cargas e Aeroelasticidade. Na equipe, obtive novos conhecimentos e foi uma forma de evoluir individualmente e em equipe, melhorando a colocação na competição. Com o projeto é possível aplicar os conhecimentos em diversas áreas, além de aprimorar o trabalho em equipe”, finaliza.

 

Assessoria de Imprensa | Unit

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