Senadora Maria do Carmo alerta sobre autocuidado e prevenção do câncer de próstata

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) defendeu hoje (5) a implementação de ações incisivas em torno do Novembro Azul, mês dedicado à campanha de prevenção e orientação sobre o câncer de próstata. “As iniciativas devem ser para além do mês do novembro, porque, infelizmente, os homens ainda têm muita resistência de procurar um médico, fazer exames de rotina e cuidar da saúde”, argumentou a senadora, ressaltando que, quanto mais precoce for a descoberta de doenças, mais fácil será tratá-las.

Para reforçar a necessidade do autocuidado que o homem tem que ter com sua saúde, a democrata destacou as estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que apontam uma estimativa no Brasil de 65.840 casos novos de câncer de próstata para cada ano do triênio 2020-2022. Esse número corresponde a um risco estimado de 62,95 casos novos a cada 100 mil homens.

Maria do Carmo ressaltou que, sem levar em conta os tumores de pele não melanoma, o levantamento do Inca destaca, ainda, que o câncer de próstata ocupa a primeira posição no país em todas as Regiões brasileiras, com um risco estimado de 72,35/100 mil no Nordeste; de 65,29/100 mil no Centro-Oeste; de 63,94/100 mil no Sudeste; de 62,00/100 mil no Sul; e de 29,39/100 mil no Norte.  “Com isso, percebemos que há uma necessidade premente de alertar os homens quanto à priorização dos cuidados com a sua saúde. O câncer de próstata mata, mas a realização do exame para detecção precoce da doença é a estratégia utilizada para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento bem sucedido, inclusive, a cura”, alertou a senadora.

De acordo com o Inca, em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Fatores de risco

Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de próstata, a idade é o mais importante, uma vez que tanto a incidência, quanto a mortalidade aumenta significativamente após os 50 anos, segundo informam os médicos especialistas. Se na família, o pai ou o irmão tiveram câncer de próstata antes dos 60 anos, esse também é um fator de risco importante. Isso porque a doença pode ser um reflexo tanto de fatores genéticos (hereditários) quanto de hábitos alimentares ou do estilo de vida que o homem leva.

Excesso de gordura corporal aumenta o risco de câncer de próstata avançado e a exposição a aminas aromáticas (comuns nas indústrias química, mecânica e de transformação de alumínio) arsênio (usado como conservante de madeira e como agrotóxico), produtos de petróleo, motor de escape de veículo, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA), fuligem e dioxinas também estão associadas ao câncer de próstata.

 

 

 

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