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Suely Ouro defende empreendedorismo feminino como meio para libertar mulheres da violência doméstica

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em média, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 7 horas, em 2021. E, no mesmo ano, em Sergipe, a taxa de feminicídio foi de 1,6% a cada 100 mil mulheres. Para a pré-candidata a deputada federal por Sergipe, Suely Ouro (PSD), gerar oportunidades por meio do Empreendedorismo Feminino pode ser uma opção para libertar mulheres da violência doméstica.

“Para mim, muitas mulheres hoje sofrem violência porque não têm oportunidade de um trabalho para se manter. A maioria, entre muros, fica em casa submetidas a violência porque não tem como sobreviver. A palavra oportunidade é o que falta. Quando a gente pensa em políticas públicas de oportunidade, você pode pensar no coworking, pode pensar em um espaço que pudesse ter vários tipos de curso para cada característica peculiar, cada mulher se encaixar em o que fazer no empreendedorismo “, destaca.

Suely, que participou da implementação da Procuradoria Especial da Mulher na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), afirma que fatores sociais também podem contribuir para que a mulher não tome uma atitude diante da violência sofrida.

PROJETO DE RESSOCIALIZAÇÃO
Suely explica que quando realizou atividades cristãs no Presídio Feminino, localizado no município de Nossa Senhora do Socorro, entendeu que aquelas mulheres necessitam de oportunidades para sair daquela realidade e conquistarem a sua independência.

“Quando eu pregava o evangelho no presídio eu pensava ‘eu prego o evangelho, mas existem dois tipos de pães, o pão espiritual e o pão material, quando elas saem daqui pra onde elas vão?’, então pensei em uma oficina gigante, que dê oportunidade para costureiras ex-presidiárias, esse é um dos meus projetos que rasgam a minha alma. Um projeto de ressocialização, de empreendedorismo feminino. A prioridade para mim, seria a oportunidade para mulheres ex-presidiárias se tornarem empreendedoras, seja na máquina de costura, no artesanato, na marcenaria, na carpintaria, hoje temos mulheres até mestre de obras. Alguém tem que ter a mentalidade, a sensibilidade, e essa é a minha primeira sensibilidade para o empreendedorismo feminino, esse projeto toca a minha alma”, conclui.

POR ASSESSORIA DE IMPRENSA

Imprensa 24h

Notícias de Aracaju, Sergipe e do Brasil

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