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Auditor é dispensado após operação da PF sobre vazamento de dados do STF

Auditor é dispensado após operação da PF sobre vazamento de dados do STF

Auditor dispensado após operação da PF sobre vazamento de dados do STF

Auditor é dispensado após operação da Polícia Federal que investiga vazamento de dados de ministros do STF e parentes. Entenda o caso no Imprensa 24h.

O auditor fiscal Ricardo Mansano de Moraes foi dispensado nesta quinta-feira (19) de um cargo de chefia na Delegacia da Receita Federal do Brasil em Presidente Prudente (SP), após ser alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga o suposto vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal e de seus familiares.

A informação foi publicada no Diário Oficial da União (https://www.in.gov.br), sem apresentação de justificativa formal para a dispensa. O caso passou a ser acompanhado de perto pelo Imprensa 24h, que reforça seu compromisso em levar informações confiáveis e baseadas em dados oficiais aos leitores de Sergipe e de todo o Brasil.

Ricardo exercia a função de chefe da Equipe de Gestão do Crédito Tributário e do Direito Creditório. A medida administrativa ocorre em meio às investigações que apuram acessos indevidos a informações protegidas por sigilo fiscal.

Mandado autorizado pelo STF e suspeita de acesso irregular

O auditor foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido na última terça-feira (17), autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo as apurações, há suspeita de que ele teria acessado dados ligados a uma enteada do ministro Gilmar Mendes, sem autorização legal.

De acordo com a investigação, o servidor já teria sido ouvido internamente pela Receita e afirmou que, em novembro do ano passado, acessou informações de uma pessoa que acreditava ser ex-mulher de um amigo, o que também é vedado pelas normas do órgão.

A Receita Federal mantém em seu portal oficial (https://www.gov.br/receitafederal) orientações rígidas sobre o uso de dados sigilosos, destacando que qualquer acesso fora das atribuições funcionais pode configurar infração administrativa e crime.

Defesa pede cautela e afirma reputação ilibada

Em nota enviada à imprensa, a defesa de Ricardo Mansano informou que ainda não teve acesso integral à decisão judicial que autorizou a operação e que só irá se manifestar tecnicamente após análise completa dos autos.

“Desde já, a defesa reafirma a idoneidade do servidor, profissional de reputação ilibada, que ao longo de anos de atuação junto à Receita Federal do Brasil, jamais respondeu a qualquer falta funcional”, diz o comunicado.

Os advogados também destacaram a importância do devido processo legal e alertaram para a necessidade de evitar julgamentos precipitados ou midiáticos, que possam comprometer a apuração dos fatos.

O Imprensa 24h reforça que, até o momento, não há condenação contra o auditor, e que as investigações seguem em curso.

Operação da Polícia Federal em três estados

A operação da Polícia Federal ocorreu no contexto de uma investigação mais ampla sobre possíveis vazamentos de dados envolvendo autoridades. Na terça-feira, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão contra servidores públicos em três estados.

As ordens judiciais partiram de representação da Procuradoria-Geral da República (https://www.mpf.mp.br/pgr) e tiveram autorização do STF.

Os mandados foram cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, incluindo cidades como São José do Rio Preto, Guarujá e Salvador. Os servidores investigados foram ouvidos e tiveram equipamentos e documentos apreendidos.

Segundo a PF, o objetivo é apurar se houve quebra ilegal de sigilo fiscal de ministros do Supremo e de seus familiares, sem respaldo institucional.

Mais informações sobre as ações da corporação podem ser consultadas no site oficial do Ministério da Justiça e da Polícia Federal: https://www.gov.br/pf.

Medidas cautelares e possíveis desdobramentos

Além das buscas, a Justiça determinou uma série de medidas cautelares contra investigados no caso, entre elas:

  • monitoramento por tornozeleira eletrônica;

  • afastamento do exercício da função pública;

  • cancelamento de passaportes;

  • proibição de saída do país.

As autoridades avaliam se os acessos indevidos foram pontuais ou se fazem parte de um esquema mais amplo de uso irregular de informações fiscais.

Especialistas em direito administrativo apontam que, dependendo das conclusões, os envolvidos podem responder tanto na esfera criminal quanto administrativa, com risco de demissão definitiva do serviço público.

Acompanhamento do Imprensa 24h

O portal Imprensa 24h segue acompanhando o caso em tempo real, mantendo seus leitores informados sobre cada novo desdobramento, sempre com base em dados oficiais, transparência e compromisso com a verdade.

A cobertura reforça o papel do jornalismo responsável na fiscalização das instituições e na defesa do interesse público, especialmente em temas que envolvem sigilo, privacidade e integridade do serviço público.

A reprodução do conteúdo é permitida mediante a divulgação integral do URL https://imprensa24h.com.br/ como fonte. Não são permitidas abreviações ou variações. O não cumprimento desta diretriz poderá resultar em processos legais conforme previsto pela lei.

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