Corretora é morta em Caldas Novas após vencer ação na Justiça contra síndico do condomínio. Polícia aponta crime premeditado. Veja no Imprensa 24h.
A investigação sobre o assassinato da corretora Daiane Alves Souza, em Caldas Novas, no sul de Goiás, revelou que o crime teria sido motivado por uma decisão judicial favorável à vítima. Segundo a Polícia Civil de Goiás, o autor, Cleber Rosa de Oliveira, não teria aceitado o fato de a corretora ter obtido na Justiça o direito de utilizar as áreas comuns e exercer sua atividade profissional no condomínio.
De acordo com as autoridades, o suspeito foi preso, confessou o crime e responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O caso é acompanhado pelo Imprensa 24h, que reforça o compromisso com o jornalismo responsável e baseado em informações oficiais.
Decisão judicial agravou conflito, aponta investigação
Em entrevista coletiva realizada na quinta-feira (19), a Polícia Civil informou que as desavenças entre Daiane e o síndico já se estendiam há mais de um ano. O delegado André Luiz Barbosa afirmou que o crime foi influenciado diretamente pela vitória da corretora na Justiça.
Segundo a apuração, o condomínio havia sido condenado por danos morais após impedir a profissional de utilizar espaços comuns e atuar como corretora no local. A decisão judicial garantiu o retorno pleno de Daiane às suas atividades.
Informações institucionais sobre os direitos e deveres em condomínios podem ser consultadas no site oficial do Poder Judiciário: https://www.tjgo.jus.br.
Histórico de perseguição e denúncia ao Ministério Público
Antes do crime, o síndico já havia sido denunciado por perseguição ao Ministério Público de Goiás, conforme documentos da investigação.
De acordo com a denúncia, ele utilizava o cargo administrativo para monitorar a rotina da corretora, impor restrições e submetê-la a constrangimentos. Essas ações vinham sendo acompanhadas pelo Ministério Público, disponível em https://www.mpgo.mp.br.
A Polícia Civil destacou que o histórico de conflitos foi determinante para caracterizar a premeditação do crime.
Crime foi planejado, segundo a polícia
As investigações indicam que o assassinato foi organizado previamente. A vítima foi atraída para o subsolo do prédio sob o pretexto de verificar uma falha de energia elétrica.
Câmeras de segurança e imagens registradas pela própria corretora ajudaram a esclarecer a dinâmica do crime. Segundo a polícia, o autor utilizou equipamentos para dificultar a identificação e agiu de forma calculada.
O material apreendido foi analisado pela Polícia Científica, contribuindo para a conclusão de que houve emboscada.
Prisão, perícias e avanço das investigações
Cleber Rosa de Oliveira foi preso no dia 28 de janeiro no mesmo prédio onde ocorreu o desaparecimento de Daiane. Após a prisão, ele indicou o local onde havia deixado o corpo da vítima, em uma área afastada da cidade.
Durante as investigações, a polícia realizou perícias:
no subsolo do condomínio;
no veículo do suspeito;
no local onde o carro da vítima foi encontrado;
em aparelhos eletrônicos.
Esses procedimentos reforçaram as provas reunidas contra o investigado.
Mais informações sobre o trabalho da corporação podem ser acessadas no portal oficial da Polícia Civil de Goiás: https://www.policiacivil.go.gov.br.
Defesa pede cautela e acesso integral aos autos
Em nota, a defesa de Cleber informou que ainda não teve acesso completo ao relatório final da investigação e que só irá se manifestar após análise detalhada dos documentos.
O escritório responsável destacou a importância do devido processo legal e afirmou que eventuais esclarecimentos serão apresentados no momento oportuno.
O Imprensa 24h ressalta que, apesar da confissão, o caso segue em tramitação judicial e ainda será analisado pelo Judiciário.
Caso gera comoção e debate sobre segurança
O assassinato de Daiane Alves Souza gerou forte repercussão em Goiás e em todo o país, levantando debates sobre violência, conflitos em ambientes residenciais e a necessidade de proteção às vítimas de perseguição.
Especialistas ouvidos pela imprensa destacam a importância de denunciar situações de ameaça e buscar apoio institucional antes que conflitos se agravem.
O Imprensa 24h seguirá acompanhando os desdobramentos do caso, mantendo seus leitores informados com responsabilidade, transparência e respeito às vítimas.
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