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Danielle Garcia relembra passagem pela SPM e defende mulher no centro das políticas públicas

Danielle Garcia relembra passagem pela SPM e defende mulher no centro das políticas públicas

 

 

Na noite desta quarta-feira (25), durante participação no Sertão da Gente, comandado por Ceiça Ferreira, em Nossa Senhora da Glória, a delegada Danielle Garcia fez um resgate direto e sem rodeios da sua trajetória à frente da Deotap e como gestora da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

 

 

Pré-candidata a deputada estadual, Danielle falou com propriedade sobre fortalecimento feminino, inclusão produtiva e enfrentamento à violência contra a mulher. Nada de discurso vazio. Foi vivência, foi prática. Ela destacou, com clareza, a sensibilidade do governador Fábio Mitidieri ao criar uma secretaria que simplesmente não existia no organograma do Estado. Para Danielle, ali Sergipe começou, de fato, a virar a chave no cuidado com as mulheres.

“A gente quer espaço, quer emprego, quer empreender”, cravou.

 

E fez questão de lembrar que não ficou só na fala. Relembrou ações voltadas às mulheres das pequenas propriedades rurais, apostando na autonomia financeira como caminho real para romper o ciclo da violência. Inclusão produtiva, segundo ela, não é favor nem assistencialismo. É política pública inteligente, que dá resultado.

 

Na área da saúde, destacou o Opera Mulher, fazendo questão de reconhecer o papel do senador Alessandro Vieira, que destinou emendas parlamentares fundamentais para viabilizar o programa. “Isso sim é cuidar da mulher na sua integralidade”, resumiu.

 

 

Ao tratar de igualdade de gênero, Danielle foi didática e firme: não se trata de excluir homens.

“A gente não quer a exclusão dos homens, mas quer que as mulheres estejam juntas.”

E arrematou com a frase que resume tudo: “A mulher pode estar onde ela quiser”.

Como exemplo, citou a secretária Mariana Dantas, que se destacou como carateca em um ambiente historicamente masculino — prova viva de que competência não tem gênero.

 

Danielle ainda ampliou o debate para a política. Segundo ela, “ser delegada é muito mais fácil do que ser política”, porque a sociedade ainda resiste a enxergar mulheres na linha de frente”.

 

Danielle Garcia fala com a autoridade de quem já fez, já enfrentou resistência e não recua. Para ela, lugar de mulher é onde ela quiser — e, principalmente, no centro das decisões.

 

Fonte: Assessoria