Pular para o conteúdo
André Moura defende cultura popular em visita a Ponto de Cultura de Socorro

André Moura defende cultura popular em visita a Ponto de Cultura de Socorro

O candidato ao Senado André Moura (Federação União Progressista) visitou o Instituto Mangaliza em Nossa Senhora do Socorro nesta terça-feira (11). Na ocasião, Moura acompanhou um ensaio do grupo de sambadeiras tradicional e defendeu publicamente o fomento à cultura popular como um pilar essencial para a preservação da identidade sergipana e a integração comunitária. A visita destacou a importância de recursos federais para projetos culturais na Região Metropolitana de Aracaju.

A Agenda em Nossa Senhora do Socorro e o Apoio à Cultura

A ida de André Moura ao Instituto Mangaliza ocorreu a convite do vereador Clessinho, que buscou apresentar ao candidato as ações sociais e culturais desenvolvidas pela entidade no município. O objetivo foi sensibilizar para a necessidade de representantes no Congresso Nacional que compreendam e apoiem as demandas do setor cultural, especialmente em comunidades periféricas da Grande Aracaju.

Durante a visita, André Moura teve a oportunidade de observar de perto o trabalho das sambadeiras. A maioria delas, mulheres da terceira idade, dedicam-se à manutenção de uma das mais autênticas expressões da cultura popular sergipana, reforçando a relevância de políticas públicas contínuas e de um orçamento dedicado à valorização dessas manifestações artísticas.

Instituto Mangaliza: Ponto de Cultura e Transformação Social

Fundado em 2018 pelo mestre de capoeira Roberto Mangaliza, o Instituto Mangaliza é reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (MinC). A entidade atua na promoção da arte, educação e inclusão social por meio de diversas oficinas, como capoeira, maculelê, artesanato e quadrilha junina. Seu foco principal, no entanto, é o samba de roda, uma expressão cultural mantida majoritariamente por mulheres da terceira idade da comunidade local.

A instituição desempenha um papel duplo: não só preserva o patrimônio imaterial, mas também transforma vidas, oferecendo um espaço de convívio intergeracional e de resistência cultural que empodera jovens e idosos de Nossa Senhora do Socorro.

A Defesa de André Moura por Orçamento e Políticas Permanentes

Ao comentar sobre o trabalho do instituto, André Moura ressaltou o papel vital da cultura popular como ferramenta de preservação da memória e de integração comunitária. “O trabalho realizado aqui no Mangaliza sintetiza a força da identidade sergipana. Ver mulheres da terceira idade liderando essa salvaguarda da nossa cultura é uma lição de vitalidade e pertencimento”, afirmou o candidato.

Moura complementou sua fala defendendo que a cultura popular “precisa ser tratada com orçamento e políticas públicas permanentes, e não apenas como manifestação pontual”. Essa declaração sinaliza seu compromisso com uma abordagem estrutural e de longo prazo para o financiamento e a valorização das manifestações culturais em Sergipe.

O Apelo do Vereador Clessinho por Suporte Federal

O vereador Clessinho reforçou a importância de assegurar a continuidade do suporte financeiro aos grupos folclóricos e culturais da Grande Aracaju. “Trazer André ao instituto é reforçar a importância de termos no Congresso quem entenda o valor da cultura periférica”, declarou o vereador. Ele argumentou que o setor “precisa de emendas e projetos que garantam a manutenção desses espaços, que além de preservar nossas tradições, desempenham um papel social decisivo na vida de jovens e idosos de Socorro”.

O posicionamento do vereador destaca que o fomento cultural transcende o aspecto artístico, configurando-se como um investimento crucial para o desenvolvimento social e a formação cidadã nas comunidades, influenciando diretamente o bem-estar e as oportunidades locais.

Perspectivas para o Futuro da Cultura Sergipana

As declarações de André Moura e do vereador Clessinho sinalizam um debate cada vez mais relevante sobre a necessidade de maior atenção e investimento na cultura popular sergipana. A expectativa é que o engajamento de figuras políticas como Moura possa impulsionar a criação de mecanismos mais robustos para o financiamento e a valorização das diversas manifestações culturais que enriquecem o estado, garantindo que o legado de entidades como o Instituto Mangaliza continue a florescer e a impactar positivamente as comunidades de Sergipe.