O cenário político do Rio Grande do Norte para as eleições de 2026 já apresenta movimentações intensas. Com a renovação de duas cadeiras no Senado Federal, o estado terá um pleito decisivo que definirá a representação potiguar em Brasília até 2035. Ao todo, 13 nomes e uma candidatura coletiva já se colocam na disputa pelo voto dos eleitores potiguares.
O pleito, marcado para o dia 4 de outubro de 2026, ocorrerá em turno único, conforme as regras para o cargo de senador. Atualmente, a bancada do estado é composta por Rogério Marinho (PL), cujo mandato segue até 2031, além de Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PSD), que buscam a renovação de seus assentos.
Quem são os nomes na disputa pelo Senado
A lista de postulantes ao Senado pelo Rio Grande do Norte reflete uma diversidade de trajetórias, desde parlamentares com mandatos ativos até lideranças de movimentos sociais e representantes de partidos de diferentes espectros ideológicos.
Entre os nomes que buscam a reeleição estão Styvenson Valentim (Podemos), ex-capitão da Polícia Militar e figura conhecida pela atuação na Lei Seca, e Zenaide Maia (PSD), médica infectologista com longa trajetória na saúde pública e no Legislativo.
Outros nomes de destaque no cenário estadual também compõem a lista, como o Coronel Hélio (PL), que traz a bandeira do Partido Liberal, e Rafael Motta (PDT), ex-deputado federal que busca retornar ao Congresso. A bancada do PT também se faz presente com Samanda de Lula (PT), vereadora em Natal e liderança próxima à governadora Fátima Bezerra.
A disputa conta ainda com nomes como Tércio Tinoco (União), vereador em Natal, e Sandro Pimentel (Psol), que já ocupou cargos na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa. O campo da esquerda e movimentos sindicais também apresenta candidaturas como a de Luciana Mandu (PSTU), Rosália Fernandes (PSTU), Professor Guilherme (UP) e Sonia Godeiro (Psol).
Completam a relação de candidatos o Coletivo Nós (Agir), encabeçado por Clóvis Costa, além de Gari Wendell Batista (Agir) e Linhares Jiboia (DC), que buscam espaço na representação potiguar.
Contexto e expectativas para o pleito
A eleição de 2026 no Rio Grande do Norte é vista como um termômetro para as forças políticas locais. Com a saída de dois senadores em final de mandato, a disputa promete ser acirrada, especialmente pela necessidade de articulação das legendas em torno de coligações e apoios estratégicos.
Para o eleitor, o acompanhamento das propostas será fundamental, dado que o cargo de senador possui papel central na aprovação de projetos de lei e na fiscalização do Executivo federal. A Justiça Eleitoral reforça que, para o Senado, o sistema de votação é majoritário, ou seja, o candidato mais votado assume a vaga.
Perguntas frequentes
Quando ocorrem as eleições para o Senado em 2026?
O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro.
Quantas vagas para o Senado estão em disputa no RN?
O Rio Grande do Norte elegerá dois novos senadores para mandatos que se estenderão até 2035.
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