A eliminação do Flamengo na semifinal da Libertadores da América ganhou novos desdobramentos nos bastidores do futebol sul-americano. O clube carioca buscou vias legais para reverter o resultado negativo nos pênaltis, apontando a utilização irregular do zagueiro Marcos Rojo pela equipe adversária na decisão da vaga.
A disputa jurídica gerou forte repercussão na imprensa internacional e motivou reações diretas da diretoria do clube de La Plata. Diante da movimentação do departamento jurídico rubro-negro, figuras importantes da gestão argentina manifestaram-se publicamente sobre o caso.
Reação e ironia da diretoria argentina
O secretário de finanças do clube argentino, Juan Martín Ongay, utilizou as redes sociais para ironizar a tentativa de anulação movida pelos brasileiros. O dirigente minimizou as contestações legais e direcionou declarações públicas ao comando técnico da equipe carioca.
Em sua manifestação, o dirigente sugeriu que os representantes do clube brasileiro poderiam acompanhar a finalíssima agendada para o dia 28 de novembro, em Montevidéu, como espectadores. A provocação repercutiu rapidamente entre torcedores e dirigentes de ambos os países envolvidos no torneio continental.
A disputa jurídica nos tribunais esportivos
A controvérsia teve início quando a Conmebol negou a inscrição do defensor em um primeiro momento, argumentando descumprimento de prazos regulamentares. Para contornar a decisão da entidade máxima do futebol sul-americano, a diretoria recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte e obteve autorização para a escalação.
Enquanto os trâmites seguem sob responsabilidade do setor jurídico, o comando técnico rubro-negro manteve cautela ao comentar o andamento do processo. A instituição reafirmou publicamente que a medida tem como propósito a preservação dos interesses institucionais no torneio internacional.

