A Meta responde ao TSE: a dona de Facebook, Instagram e WhatsApp enviou nesta terça-feira (20) documento ao Tribunal Superior Eleitoral afirmando que cumpriu as ordens da Corte para garantir isonomia na distribuição de conteúdo político e de anúncios eleitorais no segundo turno, negando negligência ou resistência.
Resumo da Notícia
- Resposta atende decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze, que deu prazo de 24 horas
- Empresa diz que declaração técnica comprova tratamento igual às duas candidaturas
- Meta admite que erros, como bloqueio indevido de anúncios, podem ocorrer
- Anúncios sobre temas sociais estão vetados de 19 a 25 de outubro
Meta responde ao TSE: o que a Meta disse ao TSE
No documento, a empresa afirma que suas equipes trabalham sem parar para cumprir as dezessete alíneas da ordem judicial e que não houve demora no atendimento.
A big tech também publicou um texto reconhecendo que, apesar dos esforços, falhas podem acontecer e serão corrigidas com o tribunal e as campanhas.
Veto a anúncios de governos, ONGs e imprensa
Segundo a Meta, a decisão impede que órgãos públicos, ONGs, veículos de imprensa e grupos de temas sociais veiculem anúncios no Brasil até depois da votação de 25 de outubro.
Publicações orgânicas e debates sobre política seguem liberados nos aplicativos.
Origem da disputa judicial
Em 15 de outubro, a Justiça Eleitoral determinou que a Meta não interferisse na distribuição de conteúdo de Lula (PT) nem de Flávio Bolsonaro (PL), atendendo pedido da campanha do presidente.
O tema impacta eleitores de todo o país, inclusive quem acompanha as notícias de Sergipe pelas redes, segundo a redação do Imprensa 24h.
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Fonte consultada: g1 (g1.globo.com). Reescrita integral pela redação do Imprensa 24h.

