O corregedor-geral da Justiça Eleitoral determinou nesta sexta-feira (23/10) que as plataformas X e Meta enviem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informações detalhadas sobre moderação de conteúdos, inteligência artificial e anúncios eleitorais. A medida repercute em debates sobre as notícias de Sergipe e nas discussões políticas acompanhadas de perto pelo portal Imprensa 24h, que traz as principais informações de Aracaju e região.
A decisão ocorre no âmbito de uma ação ajuizada pela coligação do presidente Lula (PT), que aponta um suposto tratamento desigual na atuação das gigantes da tecnologia, beneficiando contas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Para conferir todas as atualizações e últimas notícias em Sergipe, acompanhe as publicações diárias no portal Imprensa 24h.
Resumo da Notícia
- Prazo determinado: X e Meta têm 24 horas para prestar esclarecimentos ao TSE.
- Motivação da ação: Acusação de suposto favorecimento de perfis pró-Flávio Bolsonaro.
- Exigências técnicas: Relatórios sobre inteligência artificial, traduções e algoritmos de recomendação.
- Penalidade: Multa diária fixada em R$ 500 mil em caso de descumprimento da ordem judicial.
Contexto da investigação eleitoral
A ordem foi proferida pelo ministro Villas Bôas Cueva em uma ação de investigação judicial eleitoral. Embora os elementos iniciais não comprovem irregularidades de imediato, a abertura do procedimento busca sanar dúvidas quanto à neutralidade das plataformas digitais durante o período crítico da disputa.
As companhias deverão justificar de que maneira operam os algoritmos de distribuição e entrega de postagens político-eleitorais. A plataforma JOTA PRO Poder detalha o monitoramento dessas movimentações jurídicas que movimentam o cenário político nacional e geram repercussão nas notícias de Aracaju.
Exigências específicas direcionadas à plataforma X
A rede social X recebeu a incumbência de entregar um relatório minucioso acerca do funcionamento da ferramenta de inteligência artificial Grok. O tribunal quer entender os parâmetros, filtros e critérios aplicados na geração de respostas a consultas envolvendo os candidatos à Presidência da República.
A acusação sustenta que o recurso tecnológico apresentou diferentes tratamentos para questionamentos considerados equivalentes, levantando suspeitas sobre possíveis assimetrias na veiculação de conteúdos direcionados aos eleitores.
Questionamentos direcionados ao conglomerado Meta
Por sua vez, a Meta foi intimada a apresentar explicações técnicas sobre ferramentas específicas, como o mecanismo de tradução automática e a busca por GIFs e hashtags em aplicativos como o Instagram e o WhatsApp.
O processo aponta que determinadas traduções automatizadas teriam modificado o sentido original de manifestações públicas. Os esclarecimentos cobrados buscam verificar se houve distorção intencional ou falhas técnicas passíveis de intervenção da Justiça Eleitoral.

