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Retomada do Mais Médicos pelo Governo Federal quebra recorde histórico de profissionais em atuação

Retomada do Mais Médicos pelo Governo Federal quebra recorde histórico de profissionais em atuação

Seis meses após o Governo Federal retomar o programa Mais Médicos, uma notícia surpreendente vem à tona: o programa alcançou um recorde histórico de profissionais em atuação na atenção primária à saúde em todo o Brasil, atingindo a marca de 18,5 mil médicos. Isso supera o maior número de profissionais em atividade registrado em 2015, durante o governo de Dilma Rousseff, que contava com 18,2 mil médicos. No entanto, é importante notar que naquele período havia uma ampla participação de médicos cubanos, que representavam mais de 60% do total. Agora, a maior parcela é composta por médicos brasileiros formados no Brasil, seguidos pelos brasileiros formados no exterior.

Do total de médicos atualmente em atuação pelo programa, cerca de 13 mil correspondem a novas vagas abertas em 2023, graças à gestão da ministra Nísia Trindade. Esse crescimento expressivo do Mais Médicos reflete a importância do programa na garantia do acesso à saúde dos brasileiros, principalmente nas regiões de maior vulnerabilidade. Mais de 4.000 municípios estão sendo atendidos, com uma concentração significativa de médicos nas periferias, interior do país e regiões economicamente desfavorecidas.

A expectativa é que, até o final de 2023, o programa amplie ainda mais o provimento médico em todas as regiões do país, visando alcançar um total de 28 mil profissionais atuando em sua rede. Desde março deste ano, o Ministério da Saúde abriu vagas em duas modalidades de adesão ao programa. Um modelo inédito é o de coparticipação, que teve a adesão de mais de 2.595 municípios brasileiros. Nesse formato, os gestores locais entram com uma contrapartida em parceria com o Governo Federal, fortalecendo o compromisso com o programa.

A retomada do Mais Médicos também trouxe consigo mais oportunidades de formação e especialização para os profissionais, com prioridade dada aos médicos brasileiros formados no Brasil. Aqueles que atuarem em áreas de vulnerabilidade por pelo menos 4 anos pelo programa e que tenham financiado sua formação pelo FIES receberão um benefício para o pagamento do financiamento. Além disso, o programa oferecerá oportunidades de especialização e mestrado durante o tempo de atuação, juntamente com outros benefícios para os médicos que optarem por trabalhar em regiões de difícil fixação de profissionais.

Reprodução autorizada mediante a divulgação da Fonte:https://imprensa24h.com.br

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