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Simuladores de voo: dos fliperamas de 1975 ao cockpit em casa e ao treino de pilotos

Simuladores de voo: dos fliperamas de 1975 ao cockpit em casa e ao treino de pilotos

Simuladores de voo: Simuladores de voo: dos fliperamas de 1975 ao cockpit em casa e ao treino de pilotos

Os simuladores de voo percorreram um longo caminho: começaram como jogos de tiro em fliperamas na década de 1970, ganharam o PC com o Microsoft Flight Simulator em 1982 e hoje movimentam bilhões de dólares, além de ajudarem, com limites, na formação de pilotos.

Resumo da Notícia

  • O primeiro jogo de avião de destaque foi o Interceptor, da Taito, em 1975.
  • O mercado de simuladores deve chegar a US$ 6,65 bilhões em 2026, segundo a Markets and Markets.
  • Um home cockpit famoso custou cerca de US$ 150 mil; kits simples saem por até US$ 3 mil.
  • Pesquisa com mais de mil pilotos indica economia média de 5,5 horas de voo.

Simuladores de voo: dos fliperamas ao PC

Antes do simulador da Microsoft, vieram jogos de mirar e atirar, como Interceptor (1975) e Red Baron, da Atari (1980). O Microsoft Flight Simulator chegou em 1982, com gráficos simples, e ganhou a versão 2.0 em 1984.

No fim dos anos 1980, a Sega popularizou gabinetes com simulação de movimento, como o R360 de G-LOC: Air Battle, que girava até 360°.

A chegada do 3D e dos consoles

Títulos como Midnight Landing (1987) e Top Landing (1988) estiveram entre os primeiros a usar gráficos 3D. Nos PCs vieram Stunt Island, Star Wars: X-Wing e Strike Commander.

Nos consoles, séries como Pilotwings e Ace Combat ganharam fama, e o Flight Simulator chegou aos videogames a partir de 2021.

Cockpits caseiros e voos em rede

O caso mais conhecido é o do controlador de tráfego aéreo James Price, que comprou o nariz de um Boeing 737 por US$ 1.500; o projeto total chegou a cerca de US$ 150 mil.

A rede gratuita VATSIM conecta entusiastas do mundo todo como pilotos e controladores, com regras reais de aviação, e tem uma divisão brasileira.

Um mercado bilionário e o treino de pilotos

O mercado de simuladores foi estimado em US$ 6,22 bilhões em 2025 e pode chegar a US$ 9,77 bilhões até 2031. Já o mercado de treinamento de aviação civil foi avaliado em US$ 5 bilhões em 2025, segundo a Global Market Insights.

Um estudo da Flight Simulation Association indica que 89% dos pilotos ouvidos consideram os simuladores úteis. No Brasil, a ANAC aceita horas de instrução por instrumentos em dispositivos qualificados ou validados pela agência.

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Fonte consultada: Olhar Digital. Reescrita integral pela redação do Imprensa 24h.