Lançada pela NASA em 1977, a sonda Voyager 1 está a cerca de 24,8 bilhões de quilômetros da Terra, o ponto mais remoto já explorado por um objeto humano, uma região escura, mas cheia de plasma, magnetismo galáctico e raios cósmicos.
Resumo da Notícia
- A sonda cruzou a heliopausa em agosto de 2012
- No meio interestelar, a densidade de partículas é 40 a 50 vezes maior que dentro do Sistema Solar
- O campo magnético ali vem da Via Láctea, não do Sol
- Instrumentos captam vibrações contínuas no plasma, o “som” do espaço
Voyager 1: fora da bolha protetora do Sol
Ao atravessar a heliopausa, limite do vento solar, a Voyager 1 entrou em uma região de plasma gelado e denso, formado por hidrogênio e hélio ionizados.
Ali também está o chamado “Muro de Hidrogênio”, acúmulo de átomos neutros onde o vento solar desacelera contra a matéria da galáxia.
Cometas, planetas-anões e escuridão
A região abriga cometas, pequenos asteroides e planetas-anões, mas as distâncias enormes entre eles deixam a paisagem dominada pela escuridão.
Raios cósmicos e o Disco de Ouro
Segundo o astrônomo Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia, sem a heliosfera a sonda fica exposta a raios cósmicos.
A nave leva o Voyager Golden Record, disco com sons, músicas e imagens da Terra, curiosidade que encanta leitores de todo o Brasil, segundo a redação do Imprensa 24h.
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Fonte consultada: Olhar Digital (olhardigital.com.br). Reescrita integral pela redação do Imprensa 24h.

