Em período eleitoral, uma mensagem pode parecer urgente e ainda assim estar fora de contexto. Antes de encaminhar um vídeo, áudio ou imagem sobre Lula, Flávio Bolsonaro ou a votação, vale conferir a origem e procurar confirmação em fontes independentes.
Como fazer a checagem
1. Procure a fonte original. Veja quem publicou primeiro e quando. Capturas de tela sem endereço verificável não bastam para confirmar uma afirmação.
2. Confira a data e o contexto. Vídeos antigos podem voltar a circular como se fossem atuais. Uma frase também pode ter sido recortada de uma entrevista maior.
3. Compare com fontes oficiais. Informações sobre locais de votação, regras e resultados devem ser conferidas nos canais do Tribunal Superior Eleitoral e da Justiça Eleitoral do seu estado.
4. Busque outra apuração confiável. Se a alegação for importante, procure veículos jornalísticos independentes que apresentem documentos, registros ou a fala completa.
5. Não compartilhe enquanto houver dúvida. Corrigir depois não impede que uma informação falsa já tenha se espalhado.
O que não é prova
Popularidade, número de compartilhamentos, logotipos de veículos em uma imagem ou a afirmação de que “todo mundo está falando” não comprovam um fato. Desconfie também de pedidos para votar em um link desconhecido, fornecer dados pessoais ou enviar código recebido por SMS.
O TSE mantém informações eleitorais e orientações ao eleitor em tse.jus.br/eleicoes. Esta matéria é um guia de checagem: não confirma nem repete boatos específicos sem evidência verificável.
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