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Cleitinho Azevedo descarta privatização da Cemig e foca em diálogo com o governo federal

Cleitinho Azevedo descarta privatização da Cemig e foca em diálogo com o governo federal

Cleitinho Azevedo descarta privatização da Cemig e foca em diálogo com o governo federal

O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (5) que a Cemig não será privatizada em sua gestão. Em entrevista concedida à imprensa nacional, o futuro chefe do Executivo mineiro ressaltou que a companhia deve atuar como um braço social do Estado, utilizando seus lucros para subsidiar a conta de luz da população.

  • Cleitinho Azevedo descarta venda da Cemig e quer subsidiar energia.
  • Governador eleito iniciará montagem de secretariado técnico esta semana.
  • Diálogo com o governo federal é prioridade para tratar dívidas e infraestrutura.
  • Possível inclusão de adversários políticos, como Flávio Roscoe, no governo.

Acompanhar as movimentações políticas nacionais é essencial para entender o cenário econômico, e você confere as melhores informações de Aracaju e do Brasil aqui no portal. Segundo a redação do Imprensa 24h, Cleitinho busca um modelo de gestão que preserve o patrimônio público mineiro e garanta eficiência energética.

Gestão da Cemig e foco no subsídio tarifário

Cleitinho Azevedo foi enfático ao declarar que a Cemig é um patrimônio que será “muito bem cuidado”. Ele criticou a prática de utilizar empresas estatais como moeda de troca em negociações políticas, prometendo uma administração técnica e voltada estritamente ao serviço público.

A proposta central apresentada pelo governador eleito é que o excedente financeiro da companhia seja revertido em benefícios diretos para o consumidor. Para o gestor, uma estatal que gera lucro deve cumprir sua função social antes de qualquer outra finalidade comercial, garantindo que o cidadão sinta o impacto positivo na conta de energia.

Formação do secretariado e alianças estratégicas

A definição dos nomes que ocuparão o primeiro escalão do governo mineiro começa a ser discutida ainda nesta semana. Embora priorize o currículo técnico, Cleitinho admitiu que aceitará indicações de partidos aliados, desde que os profissionais possuam competência comprovada para os cargos, conforme detalhado pela Agência Senado em coberturas anteriores sobre o parlamentar.

Um ponto que chamou a atenção foi a abertura para antigos adversários. O governador mencionou que pode convidar Flávio Roscoe (PL), terceiro colocado nas eleições, para integrar sua equipe. Essa postura sinaliza uma tentativa de unificação em prol do desenvolvimento do estado, aproveitando quadros técnicos independentemente da sigla partidária.

Relação institucional com a presidência da República

No âmbito federal, Cleitinho Azevedo garantiu que manterá uma postura pragmática e de diálogo institucional. Ele afirmou que entrará em contato com o presidente eleito, seja Luiz Inácio Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro, logo após a definição do segundo turno das eleições presidenciais.

A prioridade da conversa com Brasília será a renegociação da dívida de Minas Gerais e a busca por recursos para áreas críticas como saúde e infraestrutura rodoviária. Segundo o gestor, muitas demandas estaduais dependem diretamente da cooperação com a União para serem executadas com agilidade.

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