A prefeita Emília Corrêa reuniu-se na terça-feira (03) com representantes de órgãos municipais para debater o projeto do Cemitério Ecológico Municipal. O encontro teve como objetivo central ampliar o leque de locais em avaliação para a instalação do novo equipamento público na capital sergipana.
A iniciativa de buscar um novo espaço cumpre uma determinação judicial originada em uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público em 2006. A medida visa solucionar o deficit histórico de vagas e atender às necessidades das famílias na cidade.
Novas áreas em análise e debate com a sociedade
Durante conversa com a imprensa após a reunião, a chefe do executivo municipal pontuou que não existe nenhuma decisão finalizada sobre a possível desapropriação da área onde atualmente funciona a TV Atalaia. Outros locais de propriedade privada situados no Japãozinho, na Zona de Expansão e no Ponto Novo passaram a integrar o grupo de alternativas sob análise técnica.
A definição final do local dependerá de um processo transparente de diálogo com a comunidade. Uma audiência pública marcada para a próxima semana na sede do Ministério Público servirá para expor os detalhes técnicos e recolher sugestões dos moradores afetados.
A importância do diálogo na gestão municipal
Para a administração local, o avanço do projeto deve caminhar lado a lado com a participação popular. A gestora destacou que a gestão pública precisa ir além do cumprimento de obrigações legais, priorizando a escuta ativa da população na busca por consensos.
A repercussão em torno da possibilidade inicial de utilizar o terreno localizado no bairro Santo Antônio motivou a revisão estratégica. Com o recuo temporário, a prefeitura ganha margem para ponderar o impacto social e urbano de cada alternativa apresentada.
Mais detalhes sobre o andamento das discussões podem ser acompanhados na cobertura da Agência Aracaju de Notícias.

