A configuração política da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para a próxima legislatura foi oficialmente definida. No último domingo, a apuração confirmou os 70 nomes que ocuparão as cadeiras do palácio legislativo fluminense, revelando um avanço significativo do Partido Liberal (PL), que agora detém a maior hegemonia da casa. O resultado é um marco importante para o cenário nacional e reflete tendências que também são observadas nas notícias de Sergipe e em outros estados brasileiros.
PL consolida hegemonia no legislativo fluminense
O grande vencedor do pleito proporcional no Rio de Janeiro foi o PL. A legenda conseguiu eleger 21 deputados estaduais, um crescimento de quatro cadeiras em relação ao pleito de 2022. Esse desempenho garante ao partido uma posição de destaque nas articulações políticas e na presidência de comissões estratégicas da Alerj.
A força da sigla foi personificada em Índia Armelau, que se tornou a deputada mais votada do estado com 248.504 votos. Segundo a redação do Imprensa 24h, o sucesso da parlamentar demonstra a capacidade de mobilização da legenda em grandes centros urbanos, um fenômeno que analistas políticos acompanham atentamente para entender os reflexos nas informações de Aracaju e no Nordeste.
Logo atrás da líder de votos, aparecem nomes como Márcio Canella (União), com 197.178 votos, e Renata Souza (PSOL), que somou 176.871 votos. A diversidade de votos entre partidos de diferentes espectros ideológicos mostra uma polarização ainda presente, mas com uma vantagem numérica clara para o bloco de direita.
Equilíbrio de forças entre PT e PSD
Enquanto o PL disparou na liderança, a disputa pelas posições seguintes foi acirrada. O PT e o PSD terminaram a eleição empatados em número de representantes, com nove deputados eleitos cada. Para o Partido dos Trabalhadores, manter essa base é crucial para a sustentação de pautas federais no estado, enquanto para o PSD, o resultado reforça sua posição como um partido de centro com forte capilaridade.
Por outro lado, legendas como PCdoB, Novo, PSDB, Agir, PRD e DC tiveram desempenhos mais modestos, garantindo apenas uma cadeira cada. A distribuição final das vagas seguiu rigorosamente as regras do quociente eleitoral e a contagem de sobras, garantindo que a representatividade partidária fosse respeitada conforme a legislação vigente.
Para quem busca as últimas notícias em Sergipe, observar essas movimentações no Rio de Janeiro é essencial, pois as estratégias de coligações e federações adotadas lá costumam servir de modelo para as disputas locais em Aracaju e no interior sergipano.
Lista completa dos 70 deputados estaduais eleitos
Abaixo, o portal Imprensa 24h apresenta a relação oficial dos parlamentares que atuarão na Alerj, organizada pelo volume de votos recebidos:
- Índia Armelau (PL) — 248.504
- Márcio Canella (União) — 197.178
- Renata Souza (PSOL) — 176.871
- Dani Balbi (PCdoB) — 169.474
- Guilherme Delaroli (PL) — 166.374
- Rosenverg Reis (MDB) — 139.866
- Elika Takimoto (PT) — 135.271
- Anderson Moraes (PL) — 129.325
- Costenaro (Novo) — 121.780
- Dra. Gabriela (PL) — 96.267
- Flavio Serafini (PSOL) — 95.666
- Felipinho Ravis (PP) — 93.606
- Alan Lopes (PL) — 93.396
- João Pires (PSD) — 90.195
- Verônica Lima (PT) — 85.421
- Alexandre Isquierdo Malafaia (PL) — 83.461
- Fernanda Neves (PDT) — 83.326
- Rafael Nobre (União) — 76.706
- Jair Bittencourt (PL) — 73.722
- Léo Vieira Filho (PSDB) — 72.939
- André Ceciliano (PT) — 70.628
- Nelsinho Ruas (PL) — 70.552
- Bruno Dauaire (União) — 69.119
- Marina do MST (PT) — 66.167
- Rodrigo Medeiros (PL) — 65.530
- André Correa (PSD) — 65.188
- Carlinhos BNH (PP) — 61.724
- Felipe Pampolha (PP) — 61.589
- Jorge Felippe Neto (PL) — 58.508
- Delegado Carlos Augusto (PL) — 58.142
- Marcelo Dino (PL) — 57.982
- Librelon (Republicanos) — 57.409
- Dr. Pedro Ricardo (PL) — 57.354
- Delegado Bernardo Leal (PP) — 57.254
- Claudio Caiado (PSD) — 56.936
- Gustavo Tutuca (PP) — 56.334
- Renato Miranda (PL) — 56.329
- Dani Monteiro (PSOL) — 55.227
- Guilherme Schleder (PSD) — 54.760
- Munir Neto (Solidariedade) — 52.808
- Julio Rocha (Agir) — 51.609
- Allyson Elias (PT) — 51.145
- Márcio Gualberto (PL) — 50.804
- Chico Machado (PL) — 50.664
- Vinícius Cozzolino (PSD) — 49.353
- Leandro (Republicanos) — 49.013
- Tia Ju (Republicanos) — 47.302
- Coronel Menezes (PL) — 46.700
- Rafael Picciani (União) — 46.686
- Giovani Ratinho (MDB) — 46.380
- Luciana Boiteux (PSOL) — 44.928
- Leonel de Esquerda (PT) — 44.597
- Giselle Monteiro (PL) — 44.532
- Luiz Paulo (PSD) — 43.720
- Serginho (PDT) — 43.664
- Ana Paula Mendes (PSD) — 43.356
- Yuri Moura (PSOL) — 43.336
- Zeidan (PT) — 43.115
- Poubel Filho (PL) — 42.871
- Daniel Marques (PL) — 42.768
- Adilson Pires (PT) — 42.467
- Felipe Tropa (PL) — 41.293
- Carla Machado (PSD) — 39.208
- Vantoil Martins (PSB) — 39.179
- Soldado Tobias (PRD) — 37.969
- Joyce Trindade (PSD) — 37.088
- Arthur Monteiro (Solidariedade) — 35.844
- Jari (PSB) — 34.199
- Raone Ferreira (PT) — 28.377
- Carlos Russo (DC) — 27.447
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