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Vasco busca Maracanã para semifinal da Sul-americana e Pedrinho critica postura de rivais

Vasco busca Maracanã para semifinal da Sul-americana e Pedrinho critica postura de rivais

Vasco busca Maracanã para semifinal da Sul-americana e Pedrinho critica postura de rivais

O Vasco da Gama intensificou nos últimos dias a tentativa de garantir o uso do Maracanã para a partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana. Após conquistar uma vitória expressiva contra o Boca Juniors na Bombonera, o clube cruzmaltino busca viabilizar o confronto decisivo no principal palco do futebol carioca, enfrentando resistência direta de Flamengo e Fluminense, que gerem o estádio.

Disputa pelo uso do Maracanã

A gestão do Maracanã, atualmente sob responsabilidade da dupla Fla-Flu, tem negado o acesso ao Vasco sob justificativas que envolvem a preservação do gramado e a logística de competições. O cenário é agravado pelo fato de o Flamengo ter um compromisso pela semifinal da Libertadores apenas dois dias após a data prevista para o jogo do Vasco, o que tem sido utilizado como argumento para o veto ao estádio.

O presidente do Vasco, Pedrinho, classificou a situação como uma covardia institucional. Em entrevista concedida na última quarta-feira (13), o dirigente afirmou que o clube cumpre os trâmites necessários e solicita o estádio com a antecedência exigida. Segundo Pedrinho, o Vasco corre o risco de ser forçado a atuar fora do estado ou até mesmo fora do país caso não obtenha sucesso nas instâncias judiciais.

Tensões entre Pedrinho e a gestão do Flamengo

O embate pelo estádio ganhou contornos de conflito pessoal, especialmente em relação ao posicionamento de Bap, presidente do Flamengo. Pedrinho destacou que, embora o consórcio tenha o direito de gerir o calendário, a negativa constante carece de bom senso e prejudica o esporte como um todo.

“Eu espero que eu esteja enganado e que não seja pessoal. A questão pessoal acontece, e eu tenho minhas razões para falar daquela forma e estou sendo processado por isso, o que é justo. Quando parte para o campo institucional, eu tenho que deixar de lado minhas diferenças com o presidente do Flamengo e ele comigo”, declarou o mandatário vascaíno.

Para o dirigente, a insistência em impedir que o Vasco mande seu jogo no Maracanã representa uma picuinha que ignora a grandeza da instituição. O clube aguarda definições sobre o caso, enquanto reforça que a realização da partida no Rio de Janeiro é um direito que busca assegurar através do diálogo e das vias legais, conforme acompanhado por veículos como o ge.

A expectativa é que a situação seja resolvida nos próximos dias, permitindo que a torcida vascaína possa acompanhar o time em um momento decisivo da temporada. O clube reafirma que a prioridade é manter o espetáculo dentro do estado, evitando prejuízos técnicos e logísticos para a equipe.